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EstratégiaStrategy

Prospecção B2B no Orbit Gestão: do lead à abordagem comercial

Orbit Gestão

Encontrar uma empresa que possa comprar de você é apenas uma parte da prospecção.

O trabalho realmente começa quando surge uma pergunta mais difícil: como descobrir se aquele contato faz sentido para a oportunidade e o que dizer a ele na primeira abordagem?

É justamente nesse ponto que o processo apresentado no módulo de prospecção do Órbit Gestão se torna interessante.

Em vez de terminar a busca comercial com uma lista de nomes, o fluxo demonstrado avança algumas etapas: permite pesquisar leads a partir de critérios específicos, gerar um dossiê sobre o contato e a empresa, enviar o lead selecionado ao CRM, analisar qual produto do portfólio pode fazer mais sentido para aquele contexto e construir uma estratégia de abordagem.

Na demonstração utilizada como base para este guia, o processo começa com uma busca por leads B2B relacionados inicialmente à FSSC 22000. São selecionados cargos como Gerente da Qualidade, Gerente de Produção e Diretor de Operações, além de setores ligados à indústria de alimentos.

A partir daí, um contato é analisado em profundidade, enviado para o CRM e submetido a uma nova avaliação. O detalhe mais interessante aparece nesse momento: embora a busca inicial estivesse relacionada à FSSC 22000, a estratégia gerada posteriormente considera a ISO 9001 como uma alternativa mais adequada para o contexto daquele prospect específico.

Esse exemplo revela uma diferença importante entre simplesmente localizar contatos e estruturar uma prospecção comercial: o produto utilizado para encontrar uma oportunidade não precisa necessariamente ser o produto utilizado na abordagem final.

O contexto do lead pode mudar a conversa.

É sobre esse processo que vamos falar neste artigo.

O que é o módulo de prospecção do Órbit Gestão?

O módulo de prospecção apresentado no Órbit Gestão organiza uma sequência de atividades relacionadas à busca, análise e abordagem de leads B2B.

O acesso demonstrado acontece pelo caminho:

Comercial > Prospecção

Dentro do módulo, a busca é realizada pelo item Buscar.

A partir dessa área, o usuário pode definir critérios para procurar contatos que façam sentido para determinada estratégia comercial. No exemplo da demonstração, a pesquisa foi orientada por três elementos bastante concretos: produto, cargo e setor.

O produto utilizado na busca foi a FSSC 22000. Entre os cargos considerados estavam Gerente da Qualidade, Gerente de Produção e Diretor de Operações. Os setores incluíam categorias como Food & Beverage, Alimentos e Bebidas e Food Production.

Isso já mostra que a lógica da prospecção apresentada não começa por uma pesquisa genérica de empresas.

Existe uma hipótese comercial inicial.

A pergunta deixa de ser simplesmente “quem são as empresas que existem neste mercado?” e passa a ser algo mais próximo de:

“Quem são os profissionais, em determinados cargos e setores, que podem ter alguma relação com esta oferta?”

Essa diferença muda bastante a qualidade da análise que vem depois.

Prospecção B2B no Órbit Gestão: visão geral do processo

O processo demonstrado pode ser entendido como uma sequência de decisões.

Primeiro, define-se quem procurar.

Depois, investiga-se quem foi encontrado.

Em seguida, decide-se se aquele contato merece avançar para o CRM.

Com o lead já dentro do ambiente comercial, é possível gerar uma estratégia mais específica, considerando tanto o perfil do contato quanto os produtos disponíveis no portfólio.

Por último, a abordagem pode ser ajustada e preparada para envio por e-mail.

Portanto, o fluxo não trata apenas de “buscar leads”.

Ele conecta quatro momentos que normalmente exigem atenção de quem faz prospecção: segmentação, pesquisa, estratégia e comunicação.

Vamos percorrer cada um deles.

Primeiro passo: acessar Comercial e entrar em Prospecção

O início é simples.

No Órbit Gestão, acesse Comercial e depois Prospecção.

Na sequência, entre em Buscar.

É nessa área que os critérios da pesquisa são definidos.

Embora pareça apenas uma etapa operacional, é aqui que uma parte importante da estratégia começa a ser construída.

Uma pesquisa bem delimitada ajuda a evitar que a equipe comece a analisar contatos sem nenhuma relação clara com aquilo que pretende vender.

No exemplo apresentado no treinamento, a busca já parte de um produto e de perfis profissionais determinados.

Isso significa que a prospecção começa com uma hipótese.

Existe um tipo de solução em mente, existem funções profissionais que podem ter alguma relação com aquela solução e existem segmentos de mercado considerados relevantes para a busca.

Segundo passo: definir produto, cargos e setores

No exemplo apresentado, o produto utilizado como ponto de partida é a FSSC 22000.

A pesquisa considera profissionais nos cargos de:

Gerente da Qualidade, Gerente de Produção e Diretor de Operações.

Também são utilizados setores relacionados ao mercado de alimentos, como Food & Beverage, Alimentos e Bebidas e Food Production.

O valor dessa etapa não está simplesmente na quantidade de filtros.

Está na combinação deles.

Quando produto, responsabilidade profissional e segmento aparecem juntos, a busca começa a ganhar contexto comercial.

Um contato não é escolhido somente porque trabalha em determinada empresa.

Ele é avaliado porque sua função profissional e o setor em que atua podem ter relação com a oferta que motivou a prospecção.

Esse é um ponto importante para quem utiliza ferramentas de prospecção: um banco de contatos, por si só, não representa uma estratégia.

A estratégia começa quando existe um motivo concreto para aquela pessoa estar na busca.

Terceiro passo: analisar um lead encontrado

Depois da pesquisa, a demonstração seleciona um exemplo específico.

O contato apresentado é Rodrigo, identificado como Engenheiro de Alimentos da Hecke Import.

Nesse momento, o fluxo não parte diretamente para uma abordagem.

Em vez disso, surge a pergunta:

Quem é esse contato?

A resposta é construída por meio da função Gerar dossiê.

Esse momento é particularmente relevante porque introduz uma camada de pesquisa antes da tentativa de venda.

Em uma prospecção menos estruturada, seria possível encontrar um nome, identificar um cargo e imediatamente enviar uma mensagem.

Aqui, a sequência é diferente.

Primeiro encontra-se a pessoa.

Depois tenta-se compreender melhor quem ela é, em que contexto trabalha e qual é a realidade da empresa.

Somente depois vem a decisão sobre avançar ou não.

O que aparece no dossiê do lead?

Na demonstração, a geração do dossiê reúne informações sobre o contato e sobre a empresa.

No caso analisado, o material identifica Rodrigo como Engenheiro de Alimentos e aponta uma leitura do seu nível profissional a partir da natureza do cargo identificado em uma indústria e comércio de alimentos.

A análise também avança para a empresa.

A Hecke Import é descrita, no exemplo apresentado, como especializada na importação e distribuição de insumos e produtos para a indústria alimentícia, incluindo panificação, food service e varejo.

A demonstração ainda apresenta questões relacionadas ao cenário em torno dessa empresa, como concorrentes, mercado atual e notícias relevantes.

É importante fazer uma distinção aqui.

Essas informações aparecem dentro do exemplo específico demonstrado no material. Elas não devem ser interpretadas como uma descrição universal de como todos os dossiês serão apresentados, nem como uma garantia de que qualquer pesquisa produzirá exatamente o mesmo conjunto de informações.

O ponto que o processo evidencia é outro: antes de abordar o lead, o usuário pode buscar uma compreensão mais ampla daquele contato e da organização em que ele trabalha.

Na demonstração, essa geração é apresentada como levando cerca de um minuto, em contraste com uma pesquisa manual que poderia exigir muito mais tempo.

Isso não deve ser tratado como uma promessa rígida de tempo de processamento, mas como o comportamento observado no exemplo apresentado.

O dossiê muda a qualidade da conversa comercial

Esse é um dos pontos mais importantes de todo o fluxo.

Um nome e um cargo ajudam a responder “quem devo procurar?”.

Um dossiê tenta responder perguntas mais profundas:

Quem é essa pessoa dentro da organização?

Qual é a natureza do negócio?

Que tipo de responsabilidade profissional esse contato parece ter?

Existe algum contexto empresarial relevante para a conversa?

Essas perguntas mudam a preparação do vendedor.

Em vez de iniciar a abordagem apenas apresentando uma solução, torna-se possível construir uma conversa a partir do cenário observado no lead.

Isso não elimina a necessidade de julgamento comercial.

Na própria demonstração, depois de consultar o dossiê, o usuário decide que considera o contato um bom candidato e opta por avançar.

Ou seja: o sistema fornece contexto; a decisão de seguir com o lead continua aparecendo como uma escolha do usuário dentro do fluxo demonstrado.

Quarto passo: enviar o lead para o CRM

Depois de analisar o contato e considerar que vale a pena continuar, o lead é enviado ao CRM.

No exemplo, a decisão é explícita: o contato foi considerado um bom candidato e enviado sem alterações adicionais naquele momento.

A confirmação apresentada é simples:

Lead enviado.

Esse movimento é importante porque separa duas atividades.

A área de prospecção é usada para encontrar e investigar potenciais oportunidades.

O CRM passa a ser o ambiente em que aquele contato selecionado continua sua jornada comercial.

Não é preciso levar todos os resultados de uma busca adiante.

O processo mostrado permite primeiro conhecer o contato e somente depois decidir se ele merece entrar no fluxo comercial.

Quinto passo: localizar o contato dentro do CRM

Com o lead enviado, o próximo passo é localizá-lo dentro do CRM.

O dossiê acompanha esse contexto.

Nesse momento, surge uma situação muito comum em vendas B2B: existe um lead considerado interessante, existem informações sobre ele, mas ainda falta responder à pergunta mais prática de todas:

como abordar essa pessoa?

O próprio exemplo verbaliza essa dúvida.

O contato está no CRM, o dossiê está disponível, mas a abordagem ainda não foi decidida.

É justamente aí que entra a próxima etapa.

Sexto passo: gerar uma estratégia de abordagem

Dentro do fluxo demonstrado, o usuário seleciona a opção Gerar estratégia.

A partir desse comando, a Olívia — nome utilizado no material para o agente envolvido nessa análise — passa a considerar os produtos disponíveis no portfólio e o perfil do contato.

Esse ponto muda a lógica da prospecção.

Até então, a FSSC 22000 havia sido utilizada como referência para encontrar leads.

Mas, ao analisar o contexto específico de Rodrigo, a estratégia apresentada identifica a ISO 9001 como o principal produto do portfólio para aquele caso.

É importante não transformar esse exemplo em uma regra comercial.

O material não afirma que ISO 9001 é sempre mais adequada que FSSC 22000 para engenheiros de alimentos, empresas importadoras ou qualquer outro perfil.

O que ele demonstra é algo mais específico: naquele caso apresentado, a análise do perfil e do contexto levou a uma recomendação diferente do produto utilizado inicialmente na busca.

Esse detalhe talvez seja a parte mais estratégica de toda a demonstração.

Buscar por um produto não significa necessariamente vender aquele produto

A prospecção começa com uma hipótese.

A estratégia de abordagem pode terminar com outra.

Isso é relevante porque evita uma armadilha comum: transformar o filtro utilizado para encontrar um prospect em uma conclusão antecipada sobre aquilo que deve ser oferecido.

No exemplo, a FSSC 22000 ajuda a orientar a pesquisa.

Depois que o contato é analisado em maior profundidade, outra solução do portfólio passa a ser considerada mais adequada para a abordagem.

Na prática, a ferramenta demonstra uma separação entre dois momentos:

o critério utilizado para descobrir a oportunidade e a solução escolhida para iniciar a conversa comercial.

Essa separação permite que o contexto do lead influencie a estratégia.

Como a estratégia é contextualizada no exemplo?

A demonstração não apresenta apenas o nome de um produto.

Ela tenta construir uma lógica para a abordagem.

No caso analisado, a estratégia considera Rodrigo como engenheiro em uma empresa inserida em um setor regulado e menciona um movimento de expansão para Santa Catarina.

Também relaciona o papel profissional do contato à qualidade técnica dos insumos.

Na sequência, o exemplo associa o cenário à eficiência operacional e ao risco de perdas decorrentes de falhas de processo, dentro de um contexto de pressão inflacionária e aumento de preços.

Novamente, esses elementos pertencem ao exemplo apresentado no material.

Eles não devem ser transportados automaticamente para outros leads.

A utilidade do exemplo está em mostrar o tipo de raciocínio utilizado na construção da abordagem: perfil profissional, contexto da empresa, movimento de negócio e possível relação com uma solução do portfólio.

Da análise para a mensagem comercial

Depois que a estratégia é construída, chega a hora de transformar o contexto em comunicação.

No material, é apresentado um exemplo de abertura de conversa com Rodrigo.

A mensagem começa mencionando o movimento de expansão da empresa para Santa Catarina e relaciona esse cenário ao desafio de manter rigor e conformidade dos insumos.

O que merece atenção aqui não é decorar esse texto.

Na verdade, ele só faz sentido porque está ligado ao contexto específico daquele lead.

Se o contato fosse outro, em outra empresa e enfrentando outra realidade, a mesma abertura poderia deixar de fazer sentido.

A lógica mais importante é estrutural.

A abordagem não começa com uma apresentação genérica do vendedor.

Também não começa descrevendo todas as características de um produto.

Ela parte de um elemento associado ao contexto do prospect e tenta conectá-lo à responsabilidade daquela pessoa.

Isso torna a mensagem consequência da pesquisa feita anteriormente.

A mensagem pode ser ajustada antes do envio

Outro detalhe importante aparece logo depois.

O usuário considera a primeira versão da mensagem informal demais.

Em seguida, pede uma versão mais formal.

Depois, questiona como seria uma versão mais curta.

Essa interação evidencia que gerar uma estratégia não significa aceitar obrigatoriamente a primeira redação apresentada.

O conteúdo pode ser ajustado em função da intenção de comunicação.

No fluxo demonstrado, pelo menos dois tipos de adaptação aparecem claramente:

o nível de formalidade e o tamanho da mensagem.

Isso é importante porque diferentes vendedores, empresas e situações comerciais exigem estilos distintos.

O ponto central não é automatizar uma única forma de falar.

É utilizar o contexto construído durante a prospecção para chegar a uma mensagem e, depois, ajustá-la antes do envio.

Sétimo passo: preparar o envio do e-mail

Depois de definir a abordagem, o usuário solicita o envio do e-mail.

Existe, porém, um pré-requisito importante.

O material deixa claro que, em uma etapa anterior, é necessário integrar o e-mail à plataforma.

A orientação apresentada é acessar a área correspondente, cadastrar o e-mail e realizar a integração.

Depois disso, o enviador de e-mail pode ser aberto com a mensagem preparada para envio.

Esse detalhe precisa estar claro para quem está começando.

O fluxo de prospecção e geração de estratégia pode preparar a mensagem, mas o envio pelo processo demonstrado depende da configuração prévia do e-mail.

Portanto, se a intenção da equipe é utilizar o Órbit até a etapa de envio, essa integração precisa fazer parte da preparação do ambiente.

O que diferencia esse fluxo de uma simples busca de leads?

A diferença aparece na sequência.

Uma busca convencional poderia terminar quando o sistema encontra nome, empresa e cargo.

No processo demonstrado no Órbit, encontrar o contato é apenas a primeira etapa.

Depois disso, o usuário pode aprofundar o conhecimento sobre o prospect, avaliar se deseja levá-lo ao CRM, gerar uma estratégia considerando o portfólio e o perfil encontrado, ajustar a abordagem e preparar a comunicação.

Em outras palavras, a pergunta deixa de ser:

“Quantos contatos eu encontrei?”

E passa a incluir questões como:

“Por que eu deveria falar com este contato?”

“O que há no contexto dele que pode orientar a conversa?”

“Qual solução do portfólio parece mais coerente com esse cenário?”

“Como transformar essa análise em uma abordagem adequada?”

Essas são perguntas comerciais, não apenas perguntas de banco de dados.

O papel da análise antes da abordagem

Existe um aspecto humano no fluxo que vale destacar.

Apesar de haver geração de dossiê e estratégia, o vendedor continua aparecendo como alguém que toma decisões durante o processo.

Na demonstração, é o usuário quem decide que gostou do lead.

É ele quem escolhe enviá-lo ao CRM.

Depois, avalia a linguagem sugerida, considera a mensagem informal e pede uma versão diferente.

Isso mostra uma dinâmica de apoio à prospecção, não simplesmente uma sequência automática na qual todas as decisões são tomadas sem intervenção.

O contexto é apresentado.

Uma estratégia é sugerida.

Uma mensagem é construída.

Mas ainda existe avaliação antes do contato efetivo.

Essa leitura é especialmente importante em vendas B2B, onde uma mesma oferta pode exigir argumentos diferentes dependendo de quem está do outro lado.

Um exemplo concreto: de FSSC 22000 para ISO 9001

Vale revisitar o caso porque ele sintetiza bem o processo.

A pesquisa começa com FSSC 22000.

O usuário procura profissionais relacionados a áreas de qualidade, produção e operações em setores ligados a alimentos.

Entre os resultados, seleciona Rodrigo, Engenheiro de Alimentos na Hecke Import.

Em seguida, gera um dossiê.

O contato é considerado relevante para continuar a prospecção e é enviado ao CRM.

Já dentro do CRM, a estratégia é gerada considerando o portfólio disponível e o perfil identificado.

Nesse novo estágio, ISO 9001 aparece como a principal recomendação para o caso demonstrado, substituindo a FSSC 22000 como eixo da abordagem.

Depois disso, a comunicação é contextualizada com elementos relacionados ao contato e à empresa.

A mensagem é refinada em relação ao tom e ao tamanho.

Por fim, o processo chega ao envio de e-mail, desde que a conta esteja previamente integrada.

Esse exemplo mostra a jornada completa:

buscar → investigar → selecionar → enviar ao CRM → gerar estratégia → ajustar abordagem → preparar envio.

Por que o dossiê deve vir antes da estratégia?

A ordem apresentada no processo faz sentido.

A estratégia depende de contexto.

O contexto é construído pelo aprofundamento da pesquisa.

No caso demonstrado, é só depois de conhecer melhor o contato e a empresa que o sistema passa a avaliar o portfólio em relação àquele lead.

Se essa etapa fosse invertida, seria fácil chegar a uma abordagem centrada apenas no produto que iniciou a pesquisa.

Mas o exemplo mostra justamente o contrário.

O produto inicial não foi tratado como uma conclusão.

A análise posterior trouxe uma alternativa.

Por isso, o dossiê não aparece como um elemento decorativo.

Ele participa da construção do raciocínio comercial.

O módulo elimina a necessidade de preparar a prospecção?

O material não sustenta essa conclusão.

Pelo contrário, o processo apresentado começa com decisões que precisam ser tomadas por quem está conduzindo a busca.

É necessário escolher o produto que servirá de referência.

É necessário definir cargos.

É necessário indicar setores.

Depois, também existe a decisão sobre quais leads merecem avançar.

A demonstração, portanto, não apresenta uma prospecção sem estratégia.

Ela mostra uma estrutura em que a plataforma participa de diferentes etapas de uma estratégia que precisa ter algum direcionamento inicial.

Sem esse direcionamento, os filtros utilizados na busca perderiam boa parte de seu significado.

O que o material não permite afirmar

Para manter uma leitura tecnicamente responsável, também é importante delimitar aquilo que a demonstração não explica.

O conteúdo utilizado neste guia não informa quantas bases de dados são consultadas, quais são suas fontes, quantos leads podem ser pesquisados, quais são os limites por plano, como os dados são atualizados ou quais critérios técnicos são utilizados para gerar cada recomendação.

Também não descreve métricas de taxa de resposta, conversão, aumento de vendas ou retorno financeiro decorrente do uso do módulo.

Por isso, nenhum desses resultados deve ser presumido.

O que pode ser afirmado com segurança a partir do processo apresentado é que o usuário consegue realizar uma busca orientada por critérios, gerar um dossiê para um contato, enviá-lo ao CRM, solicitar uma estratégia baseada no perfil e no portfólio, ajustar a comunicação e preparar o envio de e-mail quando a integração necessária estiver configurada.

Essa delimitação é importante porque conteúdo profissional não precisa exagerar para demonstrar valor.

A clareza sobre o que uma ferramenta efetivamente faz é mais útil do que promessas que não podem ser verificadas.

Como organizar uma rotina de prospecção seguindo o fluxo demonstrado

Para reproduzir a lógica apresentada, a equipe pode pensar na prospecção em sete momentos consecutivos:

  1. Definir a hipótese comercial: escolher produto, cargos e setores que orientarão a busca.
  2. Pesquisar os leads: utilizar Comercial > Prospecção > Buscar.
  3. Investigar os contatos relevantes: selecionar um lead e gerar seu dossiê.
  4. Decidir quem merece avançar: avaliar o contexto antes de enviar o contato para o CRM.
  5. Gerar uma estratégia: analisar o perfil do prospect em conjunto com as soluções disponíveis no portfólio.
  6. Refinar a abordagem: ajustar tom, formalidade e tamanho da mensagem quando necessário.
  7. Preparar o contato: com o e-mail previamente integrado, abrir o enviador e revisar a mensagem antes do envio.

Essa sequência mantém a lógica central observada na demonstração sem transformar a prospecção em uma atividade puramente mecânica.

Perguntas frequentes sobre prospecção B2B no Órbit Gestão

Onde fica o módulo de prospecção no Órbit?

No processo demonstrado, o acesso acontece em Comercial > Prospecção. Para iniciar uma pesquisa, é utilizado o submenu Buscar.

Quais critérios podem ser usados na busca?

O exemplo apresentado utiliza produto, cargos e setores. A pesquisa demonstrada considera FSSC 22000, cargos como Gerente da Qualidade, Gerente de Produção e Diretor de Operações e segmentos ligados à indústria de alimentos.

O que acontece depois de encontrar um lead?

É possível selecionar um contato e utilizar a função Gerar dossiê para conhecer melhor o lead e a empresa antes de decidir se ele deve seguir no processo comercial.

O que é o dossiê de lead?

No exemplo, o dossiê reúne informações relacionadas ao perfil profissional do contato e ao contexto da empresa. A demonstração também aborda elementos como concorrentes, mercado e notícias relevantes.

É possível enviar o lead para o CRM?

Sim. No fluxo apresentado, depois de analisar o contato e decidir avançar, o lead é enviado ao CRM.

O produto utilizado na pesquisa será sempre o produto sugerido para a abordagem?

O exemplo demonstra que não necessariamente.

A busca é iniciada com FSSC 22000, mas a estratégia gerada posteriormente considera ISO 9001 como a solução principal para o caso analisado.

Isso é específico do exemplo apresentado e não representa uma recomendação universal.

O sistema ajuda a criar uma abordagem comercial?

Sim. Depois de enviar o contato ao CRM, o usuário pode solicitar a geração de uma estratégia. Na demonstração, essa estratégia considera o perfil do contato e os produtos disponíveis no portfólio.

É possível alterar o tom da mensagem?

No exemplo apresentado, o usuário solicita uma versão mais formal e também uma versão mais curta da abordagem, mostrando que a mensagem pode ser refinada antes do envio.

É possível enviar o e-mail pela plataforma?

O fluxo demonstrado prevê o envio, mas exige uma configuração anterior: o e-mail precisa estar integrado à plataforma. Depois dessa integração, o enviador pode ser aberto com a mensagem preparada.

Da prospecção à conversa: o ponto central do processo

O aspecto mais interessante do módulo apresentado não está simplesmente na capacidade de encontrar contatos.

Está na continuidade.

A busca conduz ao dossiê.

O dossiê ajuda a decidir se o lead merece avançar.

O lead chega ao CRM acompanhado de mais contexto.

A estratégia considera o perfil encontrado e o portfólio disponível.

A mensagem nasce dessa análise e ainda pode ser ajustada antes do envio.

Esse encadeamento ajuda a entender a proposta do processo demonstrado.

Não se trata apenas de reunir nomes.

Trata-se de aproximar a pesquisa de mercado da conversa comercial que acontecerá depois.

Conclusão

Uma prospecção B2B bem conduzida não termina quando um contato aparece na tela.

Encontrar uma pessoa com o cargo aparentemente correto é apenas o começo.

O que vem depois é a parte que define a qualidade da preparação comercial: compreender quem é o prospect, conhecer melhor a organização em que ele trabalha, decidir se vale a pena avançar, identificar qual solução pode fazer mais sentido e transformar esse contexto em uma abordagem coerente.

O fluxo apresentado no Órbit Gestão organiza exatamente essa sequência.

O usuário entra em Comercial > Prospecção, realiza uma busca orientada por produto, cargos e setores, escolhe um contato, gera um dossiê e decide se deseja levá-lo para o CRM.

A partir daí, pode gerar uma estratégia considerando o perfil do lead e o portfólio disponível.

No exemplo demonstrado, esse processo produz uma conclusão importante: embora a prospecção tenha começado com FSSC 22000, a análise posterior aponta ISO 9001 como uma alternativa mais adequada para o contato escolhido.

Depois, a abordagem é construída, refinada em relação ao tom e ao tamanho e preparada para envio.

O resultado é um processo em que a prospecção não fica isolada da estratégia comercial.

A pesquisa alimenta o contexto.

O contexto alimenta a estratégia.

E a estratégia dá origem à conversa.

Essa talvez seja a melhor maneira de entender o módulo: não apenas como uma ferramenta para encontrar leads, mas como um fluxo que conduz um contato da descoberta até a preparação da primeira abordagem comercial.

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