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Gestão de indicadores no Orbit: da meta à decisão

KPI management in Orbit: from goal to decision

Orbit Gestão

Administrar uma empresa exige muito mais do que acompanhar números em planilhas. Para crescer de maneira sustentável, os gestores precisam saber quais resultados devem ser monitorados, quem é responsável por cada indicador, como as metas se relacionam com os objetivos estratégicos e quais ações devem ser tomadas quando o desempenho fica abaixo do esperado.

É justamente nesse contexto que as funcionalidades do Orbit ganham relevância.

O Orbit é uma plataforma de gestão que permite organizar indicadores vinculados à estratégia, aos processos, aos controles de qualidade, aos cargos e aos colaboradores da empresa. Em vez de tratar cada indicador como um dado isolado, a plataforma ajuda a construir uma estrutura integrada de gestão.

Essa integração permite responder perguntas fundamentais para qualquer organização:

  • A empresa está avançando em direção aos seus objetivos estratégicos?
  • Os processos estão entregando os resultados esperados?
  • Os colaboradores sabem quais resultados estão sob sua responsabilidade?
  • As metas estão sendo acompanhadas na frequência adequada?
  • Os gestores conseguem identificar rapidamente desvios de desempenho?
  • Os indicadores estão sendo utilizados para tomar decisões ou apenas para preencher relatórios?

Ao centralizar essas informações, o Orbit contribui para que os indicadores deixem de ser apenas números registrados periodicamente e se tornem instrumentos reais de monitoramento, análise e melhoria.

Neste artigo, você conhecerá as principais funcionalidades do Orbit para gestão de indicadores e entenderá como elas podem apoiar empresas que desejam estruturar uma gestão mais estratégica, integrada e orientada por dados.

O que é o Orbit?

O Orbit é uma plataforma de gestão empresarial que conecta diferentes elementos da organização, como planejamento estratégico, processos, pessoas, cargos, controles de qualidade, metas, indicadores e análises.

Uma das características mais importantes do sistema é a possibilidade de criar indicadores a partir dos próprios componentes da gestão.

Isso significa que a empresa não precisa desenvolver sua estrutura estratégica em um local, documentar seus processos em outro e controlar seus resultados em planilhas separadas. Dentro do Orbit, esses elementos podem ser relacionados.

Na prática, um objetivo estratégico pode originar um indicador. Um processo pode ter indicadores próprios. Um cargo pode possuir metas específicas. Um colaborador pode ser associado a indicadores relacionados às suas responsabilidades.

Essa lógica cria um encadeamento entre estratégia, operação e execução.

Por exemplo, imagine que uma empresa tenha o objetivo estratégico de aumentar sua receita em 30%. Para atingir esse objetivo, a organização precisa definir quais processos contribuem para o crescimento, quais áreas serão responsáveis, quais colaboradores participarão e quais indicadores demonstrarão se o resultado está sendo alcançado.

As funcionalidades do Orbit ajudam a organizar esse encadeamento, permitindo acompanhar desde o objetivo mais amplo até os resultados operacionais que contribuem para sua realização.

Para que servem as funcionalidades do Orbit?

As funcionalidades do Orbit servem para centralizar e estruturar a gestão da empresa.

No módulo de indicadores, especificamente, a plataforma permite:

  • criar indicadores vinculados a diferentes áreas da gestão;
  • definir metas fixas, variáveis ou acumuladas;
  • atribuir responsáveis pelo preenchimento;
  • controlar quem pode visualizar cada informação;
  • distribuir metas entre colaboradores;
  • registrar resultados periodicamente;
  • acompanhar o desempenho por meio de gráficos;
  • identificar resultados fora da meta;
  • abrir problemas ou não conformidades;
  • gerar análises assistidas;
  • criar dashboards personalizados;
  • importar dados históricos;
  • integrar dados por meio de API.

O principal benefício dessa estrutura é a rastreabilidade.

Ao visualizar um indicador, o gestor consegue entender sua origem, sua finalidade, o responsável pelo acompanhamento e sua relação com os demais elementos da empresa.

Esse contexto reduz a criação de métricas sem utilidade prática.

Antes de criar um indicador manual, a empresa pode avaliar se ele está relacionado a um objetivo estratégico, a um processo, a uma pessoa ou a um controle de qualidade. Caso não esteja, é importante questionar por que aquele dado precisa ser acompanhado.

Essa reflexão ajuda a evitar um problema frequente: empresas que possuem dezenas ou centenas de indicadores, mas não utilizam a maioria deles para decidir, corrigir ou melhorar alguma coisa.

Gestão de indicadores integrada à estratégia

Entre as principais funcionalidades do Orbit está a criação de indicadores vinculados ao planejamento estratégico.

Dentro da estrutura estratégica, a organização pode definir objetivos relacionados a diferentes perspectivas, como:

  • resultados financeiros;
  • clientes e mercado;
  • processos internos;
  • crescimento e aprendizagem.

Essa organização segue a lógica do Balanced Scorecard, também conhecido como BSC.

Depois de definir um objetivo, a empresa precisa estabelecer como saberá se ele está sendo alcançado. É nesse momento que o indicador é criado.

Considere o objetivo de ampliar o portfólio de serviços. Para acompanhar sua execução, a organização poderia utilizar indicadores como:

  • quantidade de novos serviços lançados;
  • receita proveniente de novos serviços;
  • percentual de vendas gerado pelo novo portfólio;
  • número de clientes que contrataram os novos serviços;
  • participação dos novos serviços na receita total.

O Orbit permite criar o indicador diretamente a partir do objetivo estratégico.

Com isso, a origem da métrica fica registrada. Ao visualizar o indicador, o gestor consegue identificar que ele está relacionado à estratégia da empresa, e não apenas a uma atividade isolada.

Essa funcionalidade facilita a construção de um sistema de gestão no qual cada indicador possui uma justificativa clara.

Indicadores vinculados aos processos

As funcionalidades do Orbit também permitem criar indicadores dentro da estrutura de processos.

Todo processo existe para alcançar determinado objetivo. Portanto, é necessário definir como seu desempenho será avaliado.

Um processo comercial, por exemplo, pode ser acompanhado por meio de indicadores como:

  • taxa de conversão;
  • valor médio das vendas;
  • tempo médio do ciclo comercial;
  • receita gerada;
  • quantidade de propostas enviadas;
  • percentual de propostas aprovadas.

Já um processo de atendimento pode ser monitorado por indicadores como:

  • tempo médio de resposta;
  • percentual de solicitações resolvidas;
  • índice de satisfação;
  • quantidade de reclamações;
  • taxa de reincidência.

Ao vincular o indicador ao processo, a empresa consegue analisar se a operação está entregando o resultado esperado.

Esse vínculo também facilita a identificação de responsabilidades. Se determinado processo apresenta desempenho abaixo da meta, o gestor consegue investigar quais etapas, recursos, pessoas ou métodos podem estar contribuindo para o problema.

Outro benefício é evitar a análise isolada dos números.

Uma taxa de conversão abaixo da meta, por exemplo, não deve ser vista apenas como um percentual negativo. Ela pode indicar problemas no processo comercial, na qualificação dos contatos, na proposta de valor, no posicionamento, no atendimento ou na abordagem dos vendedores.

Ao manter o indicador associado ao processo, o Orbit contribui para uma análise mais contextualizada.

Indicadores relacionados a cargos e colaboradores

Um dos maiores desafios da gestão por indicadores é definir quem será responsável por cada resultado.

Quando um indicador não possui um responsável claro, seu preenchimento pode ser esquecido, atrasado ou realizado sem o devido acompanhamento.

As funcionalidades do Orbit permitem associar indicadores a cargos e colaboradores.

Dentro da definição de um cargo, a empresa pode registrar:

  • a missão do cargo;
  • suas responsabilidades;
  • suas metas;
  • os indicadores associados à função.

Quando um colaborador é vinculado ao cargo, ele passa a participar da estrutura de indicadores relacionada àquela posição.

Essa funcionalidade ajuda a transformar descrições de cargo em instrumentos de gestão.

Em vez de apresentar apenas uma lista de tarefas, o cargo passa a indicar os resultados que a pessoa deve ajudar a alcançar.

Um consultor comercial, por exemplo, pode ter indicadores como:

  • valor vendido;
  • número de novos clientes;
  • taxa de conversão;
  • quantidade de reuniões realizadas;
  • receita gerada por cliente.

Um profissional de atendimento pode acompanhar:

  • tempo de resposta;
  • avaliações positivas;
  • percentual de chamados resolvidos;
  • quantidade de solicitações reabertas.

O objetivo não é transformar todos os aspectos do trabalho em números. A proposta é selecionar indicadores relevantes que permitam ao colaborador e ao gestor avaliar se o resultado esperado está sendo entregue.

Indicadores para controles de qualidade

Além da estratégia, dos processos e das pessoas, o Orbit permite criar indicadores relacionados aos controles de qualidade.

Esses controles são especialmente importantes para empresas que trabalham com sistemas de gestão, normas, auditorias, critérios técnicos ou requisitos específicos de clientes.

Um processo produtivo, por exemplo, pode precisar monitorar:

  • índice de retrabalho;
  • quantidade de produtos não conformes;
  • percentual de inspeções aprovadas;
  • perdas de matéria-prima;
  • tempo de parada;
  • variação de medidas;
  • quantidade de devoluções.

Em serviços, os controles podem envolver:

  • cumprimento de prazos;
  • aderência a procedimentos;
  • índice de erros;
  • conformidade documental;
  • cumprimento de requisitos;
  • satisfação do cliente.

As funcionalidades do Orbit permitem vincular indicadores às saídas dos processos e aos critérios de controle definidos pela empresa.

Dessa forma, o monitoramento da qualidade deixa de depender exclusivamente de registros dispersos.

A plataforma contribui para consolidar os dados e relacioná-los aos processos que precisam ser controlados.

Criação manual de indicadores

O Orbit também permite criar indicadores manualmente.

Essa possibilidade é importante para situações em que a métrica não está diretamente vinculada a um objetivo estratégico, processo, cargo ou controle já estruturado.

No entanto, a criação manual deve ser acompanhada de uma reflexão: por que esse indicador não está relacionado a nenhum dos elementos centrais da gestão?

Essa pergunta pode revelar diferentes situações.

Talvez o objetivo estratégico ainda não tenha sido formalizado. Talvez o processo não esteja bem estruturado. Talvez a responsabilidade não esteja clara. Também pode ser um indicador complementar, necessário para uma análise específica.

O mais importante é evitar a criação de indicadores apenas porque determinado dado está disponível.

Um indicador útil precisa apoiar alguma decisão.

Uma empresa pode acompanhar o número de reuniões comerciais realizadas. Porém, se essa informação não é analisada, não gera ação e não possui relação com os resultados comerciais, seu monitoramento pode consumir tempo sem produzir valor.

Por outro lado, se o número de reuniões ajuda a prever vendas futuras, dimensionar a equipe ou avaliar a execução do processo, o indicador passa a ter utilidade.

As funcionalidades do Orbit permitem criar a métrica, mas a qualidade do sistema de gestão depende das escolhas realizadas pela empresa.

Configuração detalhada dos indicadores

Depois de criar um indicador, o usuário pode configurar suas principais características.

Entre os campos disponíveis estão:

  • nome do indicador;
  • descrição;
  • propósito;
  • forma de cálculo;
  • unidade de medida;
  • direção da meta;
  • frequência de acompanhamento;
  • responsáveis;
  • departamentos;
  • categorias;
  • regras de acesso.

O propósito deve explicar por que o indicador existe.

Já a forma de cálculo deve deixar claro como o resultado será obtido. Essa informação é essencial para evitar interpretações diferentes entre os usuários.

Imagine um indicador de taxa de crescimento de clientes. A empresa precisa estabelecer se o cálculo considera:

  • clientes cadastrados;
  • clientes ativos;
  • clientes que realizaram compras;
  • clientes novos no período;
  • diferença percentual em relação ao período anterior.

Sem uma regra de cálculo clara, duas pessoas podem registrar resultados diferentes para o mesmo indicador.

O Orbit também permite definir diferentes formatos de medição.

O resultado pode ser apresentado como:

  • percentual;
  • número;
  • tempo;
  • valor monetário;
  • unidade personalizada.

A unidade personalizada é útil para empresas que trabalham com medidas específicas.

Uma operação agrícola, por exemplo, pode acompanhar a quantidade de balaios colhidos. Uma fábrica pode utilizar toneladas, lotes, peças ou metros produzidos. Uma consultoria pode acompanhar projetos, diagnósticos ou horas entregues.

Direção do objetivo: quanto maior ou menor, melhor?

Nem todos os indicadores devem crescer.

Para algumas métricas, um resultado maior representa melhor desempenho. Para outras, o ideal é reduzir o número.

O Orbit permite configurar a direção do objetivo.

Em um indicador de receita, por exemplo, quanto maior o resultado, melhor.

O mesmo vale para:

  • satisfação dos clientes;
  • produtividade;
  • percentual de entregas no prazo;
  • quantidade de vendas;
  • taxa de aprovação.

Em outros indicadores, quanto menor o resultado, melhor.

É o caso de:

  • inadimplência;
  • retrabalho;
  • desperdício;
  • reclamações;
  • acidentes;
  • produtos com defeito;
  • tempo de espera.

Essa configuração permite que a plataforma interprete o desempenho de maneira adequada.

Considere uma meta máxima de 2% de inadimplência. Se o resultado for 1%, o desempenho é positivo. Se for 3%, está fora da meta.

Sem a definição da direção, o sistema não conseguiria determinar corretamente se o valor registrado representa uma melhoria ou um desvio.

Definição da frequência de medição

Outra funcionalidade importante do Orbit é a configuração da frequência de acompanhamento.

A periodicidade deve ser definida de acordo com a velocidade do processo e com a necessidade de decisão.

Um indicador pode ser acompanhado:

  • diariamente;
  • semanalmente;
  • mensalmente;
  • trimestralmente;
  • semestralmente;
  • anualmente.

Processos operacionais mais rápidos podem exigir acompanhamento diário ou semanal.

Indicadores estratégicos, por outro lado, podem ser avaliados mensal ou trimestralmente.

A escolha da frequência deve considerar o tempo necessário para que uma ação produza resultado.

Acompanhar um indicador com frequência excessiva pode gerar ruído. Monitorá-lo com pouca frequência pode fazer com que a empresa identifique problemas tarde demais.

As funcionalidades do Orbit permitem ajustar essa periodicidade conforme a realidade da organização.

Metas fixas

O Orbit permite trabalhar com metas fixas.

Nesse modelo, o mesmo valor é utilizado em todos os períodos.

Uma empresa pode definir, por exemplo, uma meta mensal de 90% de entregas realizadas no prazo.

Nesse caso, janeiro, fevereiro, março e os demais meses terão a mesma referência.

As metas fixas são adequadas para indicadores cujo nível de desempenho esperado não varia ao longo do tempo.

Alguns exemplos são:

  • índice mínimo de satisfação;
  • percentual de entregas no prazo;
  • limite de inadimplência;
  • taxa máxima de retrabalho;
  • tempo máximo de atendimento;
  • nível mínimo de conformidade.

Apesar de simples, a meta fixa precisa ser realista e coerente com a capacidade da empresa.

Uma meta muito baixa não estimula melhoria. Uma meta impossível pode desmotivar a equipe e prejudicar a credibilidade do sistema de gestão.

Metas por período

Nem todas as empresas possuem uma operação linear ao longo do ano.

Sazonalidade, ciclos produtivos, períodos de safra, datas comemorativas e variações de demanda podem exigir metas diferentes em cada mês.

Por isso, entre as funcionalidades do Orbit está a possibilidade de definir metas por período.

Uma empresa agrícola pode ter meses sem colheita, períodos de produção reduzida e meses de maior volume.

Uma empresa de varejo pode estabelecer metas mais altas em novembro e dezembro.

Uma escola pode ter variações de matrículas de acordo com o calendário acadêmico.

Uma consultoria pode prever maior volume de projetos em determinados trimestres.

Nesse modelo, cada período recebe uma meta específica.

Essa funcionalidade torna o acompanhamento mais compatível com a realidade operacional da organização.

Em vez de comparar todos os meses com um único valor, o gestor avalia o resultado com base na expectativa definida para aquele momento.

Metas acumuladas

O Orbit também permite configurar metas acumuladas.

Esse tipo de meta é útil quando o resultado final do período é mais importante do que o desempenho isolado de cada mês.

Uma equipe comercial pode possuir uma meta anual de vendas.

Mesmo que o valor seja distribuído ao longo do ano, a principal referência será o total acumulado.

Em alguns meses, a equipe pode superar a meta. Em outros, pode ficar abaixo. Ainda assim, o desempenho geral pode permanecer dentro do planejado.

Essa visão evita interpretações precipitadas.

Imagine que a empresa tenha antecipado diversas vendas em janeiro. Como consequência, o resultado de fevereiro pode ficar abaixo da meta mensal. Entretanto, quando o acumulado é analisado, a organização continua acima do objetivo anual.

Nesse cenário, abrir um problema apenas porque fevereiro ficou abaixo da meta poderia não fazer sentido.

A funcionalidade de metas acumuladas permite avaliar o desempenho de maneira mais ampla, considerando a evolução ao longo do período.

Rateio de metas entre colaboradores

Em alguns indicadores, a meta corporativa depende da contribuição de várias pessoas.

O Orbit permite distribuir o valor total entre os integrantes da equipe.

Suponha que uma área comercial tenha uma meta de R$ 100 mil.

A empresa pode distribuir:

  • R$ 60 mil para um vendedor mais experiente;
  • R$ 40 mil para um profissional em desenvolvimento.

A divisão também pode ser realizada igualmente.

Essa funcionalidade permite que a meta geral seja desdobrada em responsabilidades individuais.

Ao mesmo tempo, a organização consegue manter uma visão consolidada.

O rateio é útil para:

  • equipes comerciais;
  • consultores;
  • unidades de atendimento;
  • profissionais responsáveis por projetos;
  • equipes de manutenção;
  • áreas com metas compartilhadas.

Para que a distribuição seja eficiente, a empresa deve considerar experiência, carteira de clientes, território, capacidade, disponibilidade e complexidade das atividades.

O rateio não deve ser feito apenas para dividir um número. Ele precisa refletir uma expectativa coerente de contribuição.

Responsáveis pelo preenchimento

Uma das funcionalidades do Orbit mais relevantes para a execução é a definição de responsáveis.

Cada indicador pode possuir uma pessoa encarregada de registrar ou atualizar os dados.

Isso reduz o risco de o indicador ficar sem preenchimento.

A responsabilidade também aumenta a rastreabilidade. Quando o dado não é atualizado, o gestor sabe quem deve ser acionado.

Entretanto, ser responsável pelo preenchimento não significa necessariamente ser responsável por todo o resultado.

Um analista pode inserir as informações, enquanto o gestor do processo responde pelo desempenho.

Por isso, a empresa deve distinguir:

  • quem coleta os dados;
  • quem registra o indicador;
  • quem analisa o resultado;
  • quem responde pelo processo;
  • quem aprova as ações.

Quanto mais clara for essa estrutura, maior será a possibilidade de transformar os dados em decisões.

Controle de visibilidade e acesso

Nem todos os indicadores devem ser visualizados por todas as pessoas da empresa.

Informações financeiras, dados estratégicos, metas individuais e resultados sensíveis podem exigir restrições.

O Orbit permite configurar regras de visibilidade.

Entre as possibilidades estão:

  • todos visualizam todos os indicadores;
  • cada pessoa visualiza apenas os próprios dados;
  • gestores visualizam os resultados da equipe;
  • apenas usuários selecionados possuem acesso;
  • determinados indicadores ficam restritos.

Essa funcionalidade ajuda a equilibrar transparência e confidencialidade.

Em uma equipe comercial, por exemplo, a empresa pode permitir que cada vendedor veja sua própria meta, enquanto o gerente acompanha o resultado consolidado.

Em indicadores estratégicos, o acesso pode ficar restrito à liderança.

Já métricas operacionais podem ser compartilhadas com toda a equipe para estimular acompanhamento e melhoria.

A definição de acesso deve seguir as necessidades da organização, evitando tanto a exposição indevida quanto o excesso de restrição.

Registro periódico de resultados

Depois de configurar o indicador e suas metas, a empresa pode registrar os resultados de cada período.

O Orbit apresenta os períodos de acordo com a frequência definida.

Se o indicador for mensal, o usuário encontrará os campos correspondentes aos meses. Se for diário, semanal ou trimestral, a estrutura será adaptada.

Conforme os valores são inseridos, a plataforma compara o resultado com a meta.

O usuário consegue identificar visualmente se o desempenho está:

  • dentro da meta;
  • abaixo da meta;
  • acima do limite;
  • sem preenchimento.

Essa visualização rápida facilita o acompanhamento.

Em vez de analisar manualmente cada número, o gestor pode concentrar sua atenção nos indicadores que exigem ação.

Importação de dados históricos

Empresas que já acompanham indicadores em planilhas podem precisar migrar seu histórico para a plataforma.

O Orbit permite inserir dados anteriores, inclusive por meio de cópia a partir do Excel.

A importação do histórico oferece uma base mais completa para análise.

Com dados de períodos anteriores, a organização pode identificar:

  • tendências;
  • sazonalidades;
  • evolução do desempenho;
  • quedas recorrentes;
  • períodos críticos;
  • efeitos de ações implementadas.

O histórico também torna as análises assistidas mais contextualizadas.

Quanto maior a quantidade de dados confiáveis, maior a capacidade de interpretar padrões.

É importante, entretanto, revisar a qualidade das informações antes da migração.

Dados inconsistentes, métodos de cálculo diferentes ou períodos incompletos podem prejudicar a leitura.

Gráficos de desempenho

As funcionalidades do Orbit incluem gráficos para visualização dos resultados.

Os indicadores podem ser apresentados em formatos como linhas ou barras.

Os gráficos permitem comparar:

  • meta e resultado;
  • desempenho entre períodos;
  • evolução acumulada;
  • variações;
  • tendências.

A visualização gráfica facilita a comunicação, principalmente em reuniões de gestão.

Um número isolado pode não revelar a dimensão de um problema. Quando colocado em uma série histórica, o mesmo resultado pode demonstrar uma queda contínua ou uma recuperação.

Os gráficos também ajudam a identificar desvios que não seriam percebidos em uma tabela.

Um indicador pode continuar dentro da meta, mas apresentar uma tendência de piora. Nesse caso, a empresa pode agir preventivamente, antes que o limite seja ultrapassado.

Identificação de resultados fora da meta

Quando um resultado fica fora do objetivo definido, o Orbit sinaliza o desvio.

A partir desse sinal, o usuário pode abrir um problema ou uma não conformidade.

Essa conexão é importante porque transforma o acompanhamento em ação.

Muitas empresas registram indicadores, identificam resultados negativos e encerram a análise sem definir qualquer medida corretiva.

O Orbit permite relacionar o desvio a uma estrutura de tratamento.

Antes de abrir uma não conformidade, entretanto, o gestor deve analisar o contexto.

Um resultado mensal abaixo da meta nem sempre representa um problema real. Em uma meta acumulada, por exemplo, o desempenho geral pode continuar positivo.

O importante é verificar:

  • qual foi a causa do desvio;
  • se o resultado compromete o objetivo final;
  • se a situação é pontual ou recorrente;
  • se existe necessidade de ação;
  • quem será responsável pela correção;
  • qual prazo será estabelecido.

Análise assistida dos indicadores

Outra funcionalidade do Orbit é a análise assistida dos indicadores.

A plataforma pode gerar uma interpretação do desempenho com base nos dados registrados.

Essa análise pode incluir:

  • avaliação do resultado;
  • identificação de desvios;
  • possíveis causas;
  • aplicação de técnicas de análise;
  • proposta de plano de ação;
  • recomendações estratégicas.

Nas análises de resultados fora da meta, pode ser utilizada a lógica dos cinco porquês.

O método busca aprofundar a investigação até chegar a uma possível causa raiz.

Considere um indicador de entregas no prazo abaixo da meta.

A primeira resposta poderia ser: as entregas atrasaram porque a produção não foi concluída.

Em seguida, a análise pergunta por que a produção não foi concluída.

A resposta pode indicar falta de matéria-prima. A investigação continua até identificar a origem do problema, como falha no planejamento de compras ou ausência de critérios de reposição.

O objetivo não é apenas descrever o resultado, mas apoiar a identificação de causas e ações.

Registro e histórico das análises

As análises geradas podem ser salvas no próprio indicador.

Com isso, a empresa constrói um histórico das interpretações realizadas.

Essa funcionalidade permite consultar:

  • o que aconteceu em cada período;
  • quais causas foram levantadas;
  • quais ações foram recomendadas;
  • como o desempenho evoluiu;
  • se o problema voltou a ocorrer.

O histórico evita que a organização repita discussões sem considerar o que já foi analisado.

Também cria uma base importante para auditorias, reuniões de gestão e aprendizado organizacional.

Dashboards personalizados

O Orbit permite criar dashboards com diferentes grupos de indicadores.

A empresa pode montar painéis por:

  • área;
  • departamento;
  • processo;
  • responsável;
  • categoria;
  • perspectiva estratégica;
  • projeto;
  • objetivo;
  • reunião de gestão.

Um dashboard estratégico pode apresentar apenas indicadores financeiros, de clientes, processos internos e aprendizagem.

Um dashboard comercial pode reunir receita, conversão, oportunidades, vendas por pessoa e desempenho acumulado.

Um dashboard de qualidade pode concentrar retrabalho, reclamações, conformidade, devoluções e auditorias.

Os elementos podem ser organizados, redimensionados e apresentados de acordo com a necessidade.

Essa personalização ajuda cada público a visualizar apenas as informações relevantes para sua tomada de decisão.

Análise consolidada de grupos de indicadores

Além da análise individual, o Orbit permite avaliar grupos de indicadores em um dashboard.

Essa funcionalidade é especialmente útil quando diferentes métricas precisam ser interpretadas em conjunto.

Uma queda na receita, por exemplo, pode estar relacionada a:

  • redução de oportunidades;
  • queda na taxa de conversão;
  • diminuição do ticket médio;
  • atraso na entrega;
  • aumento de cancelamentos.

Ao analisar somente a receita, o gestor enxerga o efeito. Ao observar um conjunto de indicadores, consegue investigar as causas.

A análise consolidada também pode ser utilizada para comparar metas de produtos, marcas, áreas ou colaboradores, desde que os indicadores correspondentes tenham sido criados e adicionados ao painel.

Filtros e organização dos indicadores

Conforme a empresa amplia sua estrutura de gestão, a quantidade de indicadores pode crescer.

Para facilitar a navegação, o Orbit permite filtrar e organizar os dados.

Os indicadores podem ser localizados por critérios como:

  • responsável;
  • departamento;
  • processo;
  • categoria;
  • origem;
  • associação;
  • ordenação;
  • agrupamento.

Também é possível utilizar visualizações mais compactas ou detalhadas.

Essa organização reduz o tempo necessário para encontrar informações e facilita a preparação de reuniões.

Um gestor pode, por exemplo, filtrar apenas os indicadores sob sua responsabilidade ou visualizar todos os dados de determinado processo.

Integração por API

Embora muitos indicadores possam ser preenchidos manualmente, o Orbit também oferece possibilidade de integração por API.

Essa funcionalidade permite conectar a plataforma a outros sistemas, conforme a viabilidade técnica e as orientações de integração.

Uma empresa pode utilizar integrações para trazer dados de:

  • sistemas comerciais;
  • ERPs;
  • plataformas financeiras;
  • sistemas de atendimento;
  • ferramentas de produção;
  • bancos de dados internos.

A automação reduz o esforço de preenchimento e o risco de erros manuais.

Entretanto, antes de automatizar, é fundamental garantir que:

  • o indicador possui uma regra de cálculo definida;
  • a fonte dos dados é confiável;
  • os campos estão corretamente relacionados;
  • a frequência de atualização está adequada;
  • os usuários sabem interpretar o resultado.

Automatizar um indicador mal estruturado apenas acelera a geração de informações pouco úteis.

Como escolher bons indicadores no Orbit

Ter muitos indicadores não significa ter uma boa gestão.

Um dos princípios mais importantes para utilizar as funcionalidades do Orbit é trabalhar com poucos e bons indicadores.

Um bom indicador deve:

  • estar relacionado a um objetivo;
  • apoiar uma decisão;
  • possuir um responsável;
  • ter uma regra de cálculo clara;
  • apresentar uma meta coerente;
  • ser atualizado na frequência adequada;
  • gerar ação quando necessário.

Uma pergunta útil é: o gestor precisa ver esse número periodicamente?

Se ninguém consulta, questiona ou utiliza o indicador, talvez ele não seja relevante.

Outra pergunta importante é: o que será feito quando o resultado estiver fora da meta?

Se não existe nenhuma possibilidade de ação, a utilidade do acompanhamento deve ser reavaliada.

Indicadores devem servir para direcionar decisões, e não apenas para demonstrar que a empresa possui um sistema de medição.

Como implementar as funcionalidades do Orbit na empresa

A implementação pode começar de forma gradual.

O primeiro passo é revisar os objetivos estratégicos.

A empresa deve identificar quais resultados são fundamentais para avançar em direção à sua missão e visão.

Em seguida, deve mapear os processos que contribuem para esses objetivos.

Cada processo precisa ter ao menos uma forma de avaliar se está cumprindo sua finalidade.

Depois, a organização pode revisar cargos e responsabilidades, definindo quais indicadores devem ser acompanhados por gestores e colaboradores.

Os controles de qualidade também devem ser incorporados.

Com essa base, os indicadores podem ser configurados no Orbit.

Uma sequência recomendada é:

  1. definir o objetivo;
  2. escolher o indicador;
  3. estabelecer a regra de cálculo;
  4. selecionar a unidade;
  5. configurar a direção da meta;
  6. determinar a frequência;
  7. definir a meta;
  8. atribuir responsáveis;
  9. configurar a visibilidade;
  10. registrar ou integrar os dados;
  11. acompanhar o resultado;
  12. analisar desvios;
  13. definir ações;
  14. revisar a efetividade.

O processo deve ser acompanhado de treinamento.

Os usuários precisam compreender não apenas onde preencher o indicador, mas por que a informação é importante e como será utilizada.

Benefícios das funcionalidades do Orbit

Quando bem utilizadas, as funcionalidades do Orbit podem gerar diferentes benefícios para a gestão.

Centralização das informações

Indicadores, metas, responsáveis, processos e análises ficam organizados em um mesmo ambiente.

Rastreabilidade

A empresa consegue identificar a origem do indicador e sua relação com a estratégia, o processo, o cargo ou o controle de qualidade.

Responsabilidade clara

Cada indicador pode possuir responsáveis pelo preenchimento e acompanhamento.

Visibilidade do desempenho

Gestores e equipes conseguem identificar rapidamente os resultados dentro e fora da meta.

Apoio à tomada de decisão

Gráficos, dashboards, análises e históricos oferecem contexto para decisões mais estruturadas.

Tratamento de desvios

Resultados negativos podem originar problemas, não conformidades, análises de causa e planos de ação.

Desdobramento de metas

Objetivos corporativos podem ser distribuídos entre pessoas ou equipes.

Proteção das informações

As regras de visibilidade permitem controlar quem acessa cada indicador.

Evolução do sistema de gestão

O histórico ajuda a organização a aprender com resultados, decisões e ações anteriores.

Conclusão

As funcionalidades do Orbit ajudam empresas a transformar metas, processos, responsabilidades e resultados em uma estrutura integrada de gestão.

A plataforma permite criar indicadores vinculados à estratégia, aos processos, aos controles de qualidade, aos cargos e aos colaboradores. Também oferece recursos para definir metas, distribuir responsabilidades, controlar acessos, registrar dados, visualizar gráficos, abrir problemas, gerar análises e criar dashboards personalizados.

Entretanto, o principal valor não está apenas na quantidade de funcionalidades disponíveis.

O resultado depende da forma como a empresa estrutura seus indicadores.

Indicadores úteis precisam estar relacionados a objetivos reais, possuir responsáveis, apresentar regras claras e gerar decisões.

Quando isso acontece, o Orbit deixa de ser apenas um local para registrar números e passa a apoiar o ciclo completo de gestão: planejar, executar, medir, analisar, corrigir e melhorar.

Para começar, revise os objetivos mais importantes da sua empresa e identifique quais indicadores os gestores realmente precisam acompanhar todos os meses. Depois, conecte esses indicadores aos processos e às pessoas responsáveis pelos resultados.

Essa estrutura cria uma visão mais clara da organização e oferece melhores condições para transformar dados em ações.

Quais indicadores sua empresa precisa acompanhar para tomar decisões melhores? Conheça as funcionalidades do Orbit e descubra como estruturar metas, processos, responsáveis e análises em um único ambiente.

Perguntas frequentes sobre as funcionalidades do Orbit

O Orbit atualiza todos os indicadores automaticamente?

Não necessariamente. Os indicadores podem ser preenchidos manualmente ou receber dados por integrações, conforme a configuração e a disponibilidade técnica.

É possível criar indicadores estratégicos no Orbit?

Sim. O indicador pode ser criado a partir de objetivos cadastrados no planejamento estratégico.

O Orbit permite criar indicadores de processos?

Sim. Os indicadores podem ser vinculados aos processos para monitorar se eles estão cumprindo seus objetivos.

É possível associar indicadores aos colaboradores?

Sim. Os indicadores podem ser relacionados a cargos e colaboradores, conforme a estrutura definida pela empresa.

O sistema permite distribuir metas entre pessoas?

Sim. Uma meta geral pode ser rateada entre diferentes colaboradores.

É possível restringir a visualização dos indicadores?

Sim. O usuário pode configurar regras de visibilidade e limitar o acesso a pessoas específicas.

O Orbit possui metas acumuladas?

Sim. A plataforma permite trabalhar com metas fixas, metas por período e metas acumuladas.

É possível importar dados de planilhas?

Dados históricos podem ser inseridos na plataforma, inclusive por meio de cópia a partir do Excel.

O Orbit cria gráficos?

Sim. Os dados podem ser visualizados em gráficos, facilitando a comparação entre metas, resultados e períodos.

É possível analisar vários indicadores ao mesmo tempo?

Sim. Os dashboards podem reunir diferentes indicadores e permitir uma análise consolidada.

O Orbit ajuda a analisar causas de resultados negativos?

A plataforma possui recursos de análise assistida que podem apoiar a avaliação de desvios, causas e possíveis ações.

É possível integrar o Orbit a outros sistemas?

A plataforma permite integrações por API, de acordo com as possibilidades técnicas e configurações necessárias.

Running a company requires much more than tracking numbers in spreadsheets. To grow sustainably, managers need to know which results should be monitored, who is responsible for each KPI, how goals relate to strategic objectives, and which actions should be taken when performance falls below expectations.

It is precisely in this context that Orbit's features become relevant.

Orbit is a management platform that lets you organize KPIs linked to strategy, processes, quality controls, roles, and the company's employees. Instead of treating each KPI as an isolated data point, the platform helps build an integrated management structure.

That integration makes it possible to answer fundamental questions for any organization:

  • Is the company moving toward its strategic objectives?
  • Are processes delivering the expected results?
  • Do employees know which results they are responsible for?
  • Are goals being tracked at the right frequency?
  • Can managers quickly identify performance deviations?
  • Are KPIs being used to make decisions, or only to fill out reports?

By centralizing this information, Orbit helps KPIs stop being merely numbers recorded periodically and become real instruments of monitoring, analysis, and improvement.

In this article, you will learn Orbit's main features for KPI management and understand how they can support companies that want to structure more strategic, integrated, data-driven management.

What is Orbit?

Orbit is a business management platform that connects different elements of the organization, such as strategic planning, processes, people, roles, quality controls, goals, KPIs, and analyses.

One of the system's most important characteristics is the ability to create KPIs from the management components themselves.

That means the company does not need to develop its strategic structure in one place, document its processes in another, and control results in separate spreadsheets. Inside Orbit, these elements can be related.

In practice, a strategic objective can originate a KPI. A process can have its own KPIs. A role can have specific goals. An employee can be associated with KPIs related to their responsibilities.

This logic creates a chain between strategy, operations, and execution.

For example, imagine a company has the strategic objective of increasing revenue by 30%. To reach that objective, the organization needs to define which processes contribute to growth, which areas will be responsible, which employees will participate, and which KPIs will show whether the result is being achieved.

Orbit's features help organize that chain, making it possible to track from the broadest objective down to the operational results that contribute to achieving it.

What are Orbit's features for?

Orbit's features serve to centralize and structure company management.

In the KPI module specifically, the platform lets you:

  • create KPIs linked to different areas of management;
  • define fixed, variable, or cumulative goals;
  • assign owners for data entry;
  • control who can view each piece of information;
  • distribute goals among employees;
  • record results periodically;
  • track performance through charts;
  • identify results outside the goal;
  • open problems or nonconformities;
  • generate assisted analyses;
  • create custom dashboards;
  • import historical data;
  • integrate data through API.

The main benefit of this structure is traceability.

When viewing a KPI, the manager can understand its origin, its purpose, the person responsible for tracking it, and its relationship with the company's other elements.

That context reduces the creation of metrics with no practical use.

Before creating a KPI manually, the company can assess whether it is related to a strategic objective, a process, a person, or a quality control. If it is not, it is important to question why that data needs to be tracked.

This reflection helps avoid a frequent problem: companies that have dozens or hundreds of KPIs, but do not use most of them to decide, correct, or improve anything.

KPI management integrated with strategy

Among Orbit's main features is the creation of KPIs linked to strategic planning.

Inside the strategic structure, the organization can define objectives related to different perspectives, such as:

  • financial results;
  • customers and market;
  • internal processes;
  • growth and learning.

This organization follows the logic of the Balanced Scorecard, also known as BSC.

After defining an objective, the company needs to establish how it will know whether it is being achieved. That is the moment the KPI is created.

Consider the objective of expanding the service portfolio. To track its execution, the organization could use KPIs such as:

  • number of new services launched;
  • revenue from new services;
  • percentage of sales generated by the new portfolio;
  • number of customers who contracted the new services;
  • share of new services in total revenue.

Orbit lets you create the KPI directly from the strategic objective.

With that, the origin of the metric is recorded. When viewing the KPI, the manager can identify that it is related to the company's strategy, and not only to an isolated activity.

This feature makes it easier to build a management system in which every KPI has a clear justification.

KPIs linked to processes

Orbit's features also let you create KPIs inside the process structure.

Every process exists to achieve a given objective. Therefore, it is necessary to define how its performance will be evaluated.

A commercial process, for example, can be tracked through KPIs such as:

  • conversion rate;
  • average sales value;
  • average commercial cycle time;
  • revenue generated;
  • number of proposals sent;
  • percentage of proposals approved.

A customer-service process can be monitored by KPIs such as:

  • average response time;
  • percentage of requests resolved;
  • satisfaction index;
  • number of complaints;
  • recurrence rate.

By linking the KPI to the process, the company can analyze whether the operation is delivering the expected result.

That link also makes it easier to identify responsibilities. If a given process is performing below goal, the manager can investigate which steps, resources, people, or methods may be contributing to the problem.

Another benefit is avoiding isolated analysis of the numbers.

A conversion rate below goal, for example, should not be seen only as a negative percentage. It may indicate problems in the commercial process, in contact qualification, in the value proposition, in positioning, in service, or in the salespeople's approach.

By keeping the KPI associated with the process, Orbit contributes to a more contextualized analysis.

KPIs related to roles and employees

One of the biggest challenges of KPI-based management is defining who will be responsible for each result.

When a KPI does not have a clear owner, its data entry can be forgotten, delayed, or done without proper follow-through.

Orbit's features let you associate KPIs with roles and employees.

Inside a role definition, the company can record:

  • the role's mission;
  • its responsibilities;
  • its goals;
  • the KPIs associated with the function.

When an employee is linked to the role, they start participating in the KPI structure related to that position.

This feature helps turn job descriptions into management instruments.

Instead of presenting only a list of tasks, the role starts indicating the results the person should help achieve.

A commercial consultant, for example, can have KPIs such as:

  • value sold;
  • number of new customers;
  • conversion rate;
  • number of meetings held;
  • revenue generated per customer.

A customer-service professional can track:

  • response time;
  • positive ratings;
  • percentage of tickets resolved;
  • number of requests reopened.

The goal is not to turn every aspect of work into numbers. The idea is to select relevant KPIs that let the employee and the manager evaluate whether the expected result is being delivered.

KPIs for quality controls

In addition to strategy, processes, and people, Orbit lets you create KPIs related to quality controls.

These controls are especially important for companies that work with management systems, standards, audits, technical criteria, or specific customer requirements.

A production process, for example, may need to monitor:

  • rework index;
  • number of nonconforming products;
  • percentage of inspections approved;
  • raw-material losses;
  • downtime;
  • measurement variation;
  • number of returns.

In services, controls may involve:

  • meeting deadlines;
  • adherence to procedures;
  • error index;
  • document compliance;
  • fulfillment of requirements;
  • customer satisfaction.

Orbit's features let you link KPIs to process outputs and to the control criteria defined by the company.

In this way, quality monitoring stops depending exclusively on scattered records.

The platform helps consolidate the data and relate it to the processes that need to be controlled.

Manual creation of KPIs

Orbit also lets you create KPIs manually.

This option is important for situations in which the metric is not directly linked to a strategic objective, process, role, or control that is already structured.

However, manual creation should be accompanied by a reflection: why is this KPI not related to any of the central elements of management?

That question can reveal different situations.

Perhaps the strategic objective has not yet been formalized. Perhaps the process is not well structured. Perhaps responsibility is not clear. It may also be a complementary KPI, needed for a specific analysis.

The most important thing is to avoid creating KPIs only because a given data point is available.

A useful KPI needs to support some decision.

A company can track the number of commercial meetings held. But if that information is not analyzed, does not generate action, and has no relationship with commercial results, monitoring it can consume time without producing value.

On the other hand, if the number of meetings helps forecast future sales, size the team, or evaluate process execution, the KPI becomes useful.

Orbit's features let you create the metric, but the quality of the management system depends on the choices the company makes.

Detailed KPI configuration

After creating a KPI, the user can configure its main characteristics.

Among the available fields are:

  • KPI name;
  • description;
  • purpose;
  • calculation method;
  • unit of measure;
  • goal direction;
  • tracking frequency;
  • owners;
  • departments;
  • categories;
  • access rules.

The purpose should explain why the KPI exists.

The calculation method should make clear how the result will be obtained. This information is essential to avoid different interpretations among users.

Imagine a customer-growth-rate KPI. The company needs to establish whether the calculation considers:

  • registered customers;
  • active customers;
  • customers who made purchases;
  • new customers in the period;
  • percentage difference versus the previous period.

Without a clear calculation rule, two people can record different results for the same KPI.

Orbit also lets you define different measurement formats.

The result can be presented as:

  • percentage;
  • number;
  • time;
  • monetary value;
  • custom unit.

The custom unit is useful for companies that work with specific measures.

An agricultural operation, for example, can track the number of baskets harvested. A factory can use tons, lots, pieces, or meters produced. A consultancy can track projects, diagnoses, or hours delivered.

Objective direction: is bigger or smaller better?

Not all KPIs should grow.

For some metrics, a larger result represents better performance. For others, the ideal is to reduce the number.

Orbit lets you configure the objective direction.

In a revenue KPI, for example, the higher the result, the better.

The same applies to:

  • customer satisfaction;
  • productivity;
  • percentage of on-time deliveries;
  • number of sales;
  • approval rate.

In other KPIs, the lower the result, the better.

That is the case for:

  • delinquency;
  • rework;
  • waste;
  • complaints;
  • accidents;
  • defective products;
  • wait time.

This configuration lets the platform interpret performance appropriately.

Consider a maximum goal of 2% delinquency. If the result is 1%, performance is positive. If it is 3%, it is outside the goal.

Without defining the direction, the system would not be able to correctly determine whether the recorded value represents an improvement or a deviation.

Defining measurement frequency

Another important Orbit feature is configuring tracking frequency.

Periodicity should be defined according to the speed of the process and the need for decision.

A KPI can be tracked:

  • daily;
  • weekly;
  • monthly;
  • quarterly;
  • semiannually;
  • annually.

Faster operational processes may require daily or weekly tracking.

Strategic KPIs, on the other hand, can be evaluated monthly or quarterly.

The choice of frequency should consider the time needed for an action to produce a result.

Tracking a KPI too frequently can generate noise. Monitoring it too infrequently can make the company identify problems too late.

Orbit's features let you adjust that periodicity to the organization's reality.

Fixed goals

Orbit lets you work with fixed goals.

In this model, the same value is used in every period.

A company can define, for example, a monthly goal of 90% of deliveries made on time.

In that case, January, February, March, and the remaining months will have the same reference.

Fixed goals are suitable for KPIs whose expected performance level does not vary over time.

Some examples are:

  • minimum satisfaction index;
  • percentage of on-time deliveries;
  • delinquency limit;
  • maximum rework rate;
  • maximum service time;
  • minimum compliance level.

Although simple, a fixed goal needs to be realistic and coherent with the company's capacity.

A goal that is too low does not stimulate improvement. An impossible goal can demotivate the team and damage the credibility of the management system.

Goals by period

Not all companies have a linear operation throughout the year.

Seasonality, production cycles, harvest periods, holiday dates, and demand variations may require different goals each month.

That is why, among Orbit's features, is the ability to define goals by period.

An agricultural company may have months with no harvest, periods of reduced production, and months of higher volume.

A retail company may set higher goals in November and December.

A school may have enrollment variations according to the academic calendar.

A consultancy may forecast higher project volume in certain quarters.

In this model, each period receives a specific goal.

This feature makes tracking more compatible with the organization's operational reality.

Instead of comparing every month with a single value, the manager evaluates the result based on the expectation defined for that moment.

Cumulative goals

Orbit also lets you configure cumulative goals.

This type of goal is useful when the period's final result is more important than the isolated performance of each month.

A commercial team can have an annual sales goal.

Even if the value is distributed throughout the year, the main reference will be the cumulative total.

In some months, the team may exceed the goal. In others, it may fall short. Even so, overall performance can remain within plan.

This view avoids hasty interpretations.

Imagine the company pulled several sales forward in January. As a result, February's result may fall below the monthly goal. However, when the cumulative is analyzed, the organization is still above the annual objective.

In that scenario, opening a problem only because February fell below the goal might not make sense.

The cumulative-goals feature lets you evaluate performance more broadly, considering evolution over the period.

Allocating goals among employees

In some KPIs, the corporate goal depends on the contribution of several people.

Orbit lets you distribute the total value among team members.

Suppose a commercial area has a goal of R$ 100 thousand.

The company can distribute:

  • R$ 60 thousand to a more experienced salesperson;
  • R$ 40 thousand to a professional in development.

The split can also be done equally.

This feature lets the overall goal be cascaded into individual responsibilities.

At the same time, the organization can keep a consolidated view.

Allocation is useful for:

  • commercial teams;
  • consultants;
  • service units;
  • professionals responsible for projects;
  • maintenance teams;
  • areas with shared goals.

For the distribution to be efficient, the company should consider experience, customer portfolio, territory, capacity, availability, and complexity of activities.

Allocation should not be done only to split a number. It needs to reflect a coherent expectation of contribution.

Owners of data entry

One of Orbit's most relevant features for execution is defining owners.

Each KPI can have a person in charge of recording or updating the data.

That reduces the risk of the KPI going without data entry.

Ownership also increases traceability. When the data is not updated, the manager knows who should be contacted.

However, being responsible for data entry does not necessarily mean being responsible for the entire result.

An analyst can enter the information, while the process manager is accountable for performance.

That is why the company should distinguish:

  • who collects the data;
  • who records the KPI;
  • who analyzes the result;
  • who is accountable for the process;
  • who approves the actions.

The clearer this structure, the greater the possibility of turning data into decisions.

Visibility and access control

Not all KPIs should be viewed by everyone in the company.

Financial information, strategic data, individual goals, and sensitive results may require restrictions.

Orbit lets you configure visibility rules.

Among the possibilities are:

  • everyone views all KPIs;
  • each person views only their own data;
  • managers view the team's results;
  • only selected users have access;
  • certain KPIs remain restricted.

This feature helps balance transparency and confidentiality.

On a commercial team, for example, the company can allow each salesperson to see their own goal, while the manager tracks the consolidated result.

On strategic KPIs, access can be restricted to leadership.

Operational metrics, in turn, can be shared with the whole team to stimulate tracking and improvement.

The access definition should follow the organization's needs, avoiding both undue exposure and excessive restriction.

Periodic recording of results

After configuring the KPI and its goals, the company can record the results of each period.

Orbit presents the periods according to the defined frequency.

If the KPI is monthly, the user will find the fields corresponding to the months. If it is daily, weekly, or quarterly, the structure is adapted.

As values are entered, the platform compares the result with the goal.

The user can visually identify whether performance is:

  • within the goal;
  • below the goal;
  • above the limit;
  • without data entry.

This quick visualization makes tracking easier.

Instead of analyzing every number manually, the manager can concentrate attention on the KPIs that require action.

Importing historical data

Companies that already track KPIs in spreadsheets may need to migrate their history to the platform.

Orbit lets you enter prior data, including by copying from Excel.

Importing history provides a more complete base for analysis.

With data from prior periods, the organization can identify:

  • trends;
  • seasonality;
  • performance evolution;
  • recurring drops;
  • critical periods;
  • effects of actions implemented.

History also makes assisted analyses more contextualized.

The greater the amount of reliable data, the greater the ability to interpret patterns.

It is important, however, to review the quality of the information before migration.

Inconsistent data, different calculation methods, or incomplete periods can harm the reading.

Performance charts

Orbit's features include charts for visualizing results.

KPIs can be presented in formats such as lines or bars.

The charts let you compare:

  • goal and result;
  • performance across periods;
  • cumulative evolution;
  • variations;
  • trends.

Graphical visualization makes communication easier, especially in management meetings.

An isolated number may not reveal the scale of a problem. When placed in a historical series, the same result can show a continuous drop or a recovery.

Charts also help identify deviations that would not be noticed in a table.

A KPI can remain within the goal but show a worsening trend. In that case, the company can act preventively, before the limit is crossed.

Identifying results outside the goal

When a result falls outside the defined objective, Orbit flags the deviation.

From that signal, the user can open a problem or a nonconformity.

This connection is important because it turns tracking into action.

Many companies record KPIs, identify negative results, and end the analysis without defining any corrective measure.

Orbit lets you relate the deviation to a treatment structure.

Before opening a nonconformity, however, the manager should analyze the context.

A monthly result below the goal does not always represent a real problem. With a cumulative goal, for example, overall performance can remain positive.

What matters is to check:

  • what caused the deviation;
  • whether the result compromises the final objective;
  • whether the situation is one-off or recurring;
  • whether action is needed;
  • who will be responsible for the correction;
  • what deadline will be set.

Assisted analysis of KPIs

Another Orbit feature is assisted analysis of KPIs.

The platform can generate an interpretation of performance based on the recorded data.

This analysis can include:

  • evaluation of the result;
  • identification of deviations;
  • possible causes;
  • application of analysis techniques;
  • proposal of an action plan;
  • strategic recommendations.

In analyses of results outside the goal, the five-whys logic can be used.

The method seeks to deepen the investigation until it reaches a possible root cause.

Consider an on-time-delivery KPI below the goal.

The first answer could be: deliveries were late because production was not completed.

Next, the analysis asks why production was not completed.

The answer may indicate a lack of raw material. The investigation continues until it identifies the origin of the problem, such as a failure in purchasing planning or the absence of replenishment criteria.

The objective is not only to describe the result, but to support the identification of causes and actions.

Recording and history of analyses

The analyses generated can be saved on the KPI itself.

With that, the company builds a history of the interpretations made.

This feature lets you consult:

  • what happened in each period;
  • which causes were raised;
  • which actions were recommended;
  • how performance evolved;
  • whether the problem occurred again.

The history keeps the organization from repeating discussions without considering what has already been analyzed.

It also creates an important base for audits, management meetings, and organizational learning.

Custom dashboards

Orbit lets you create dashboards with different groups of KPIs.

The company can build panels by:

  • area;
  • department;
  • process;
  • owner;
  • category;
  • strategic perspective;
  • project;
  • objective;
  • management meeting.

A strategic dashboard can present only financial, customer, internal-process, and learning KPIs.

A commercial dashboard can bring together revenue, conversion, opportunities, sales per person, and cumulative performance.

A quality dashboard can concentrate rework, complaints, compliance, returns, and audits.

The elements can be organized, resized, and presented according to need.

This customization helps each audience view only the information relevant to their decision-making.

Consolidated analysis of KPI groups

In addition to individual analysis, Orbit lets you evaluate groups of KPIs on a dashboard.

This feature is especially useful when different metrics need to be interpreted together.

A drop in revenue, for example, may be related to:

  • a reduction in opportunities;
  • a drop in conversion rate;
  • a decrease in average ticket;
  • a delay in delivery;
  • an increase in cancellations.

By analyzing only revenue, the manager sees the effect. By observing a set of KPIs, they can investigate the causes.

Consolidated analysis can also be used to compare goals of products, brands, areas, or employees, as long as the corresponding KPIs have been created and added to the panel.

Filters and organization of KPIs

As the company expands its management structure, the number of KPIs can grow.

To make navigation easier, Orbit lets you filter and organize the data.

KPIs can be located by criteria such as:

  • owner;
  • department;
  • process;
  • category;
  • origin;
  • association;
  • sorting;
  • grouping.

It is also possible to use more compact or more detailed views.

This organization reduces the time needed to find information and makes meeting preparation easier.

A manager can, for example, filter only the KPIs under their responsibility or view all data for a given process.

API integration

Although many KPIs can be filled in manually, Orbit also offers the possibility of integration by API.

This feature lets you connect the platform to other systems, according to technical feasibility and integration guidelines.

A company can use integrations to bring data from:

  • commercial systems;
  • ERPs;
  • financial platforms;
  • customer-service systems;
  • production tools;
  • internal databases.

Automation reduces data-entry effort and the risk of manual errors.

However, before automating, it is essential to ensure that:

  • the KPI has a defined calculation rule;
  • the data source is reliable;
  • the fields are correctly related;
  • the update frequency is adequate;
  • users know how to interpret the result.

Automating a poorly structured KPI only accelerates the generation of information that is of little use.

How to choose good KPIs in Orbit

Having many KPIs does not mean having good management.

One of the most important principles for using Orbit's features is to work with few, good KPIs.

A good KPI should:

  • be related to an objective;
  • support a decision;
  • have an owner;
  • have a clear calculation rule;
  • present a coherent goal;
  • be updated at the adequate frequency;
  • generate action when needed.

A useful question is: does the manager need to see this number periodically?

If nobody consults, questions, or uses the KPI, perhaps it is not relevant.

Another important question is: what will be done when the result is outside the goal?

If there is no possibility of action, the usefulness of tracking should be reassessed.

KPIs should serve to guide decisions, not only to demonstrate that the company has a measurement system.

How to implement Orbit's features in the company

Implementation can start gradually.

The first step is to review the strategic objectives.

The company should identify which results are fundamental to moving toward its mission and vision.

Next, it should map the processes that contribute to those objectives.

Each process needs at least one way to evaluate whether it is fulfilling its purpose.

Then the organization can review roles and responsibilities, defining which KPIs should be tracked by managers and employees.

Quality controls should also be incorporated.

With that base, the KPIs can be configured in Orbit.

A recommended sequence is:

  1. define the objective;
  2. choose the KPI;
  3. establish the calculation rule;
  4. select the unit;
  5. configure the goal direction;
  6. determine the frequency;
  7. define the goal;
  8. assign owners;
  9. configure visibility;
  10. record or integrate the data;
  11. track the result;
  12. analyze deviations;
  13. define actions;
  14. review effectiveness.

The process should be accompanied by training.

Users need to understand not only where to fill in the KPI, but why the information is important and how it will be used.

Benefits of Orbit's features

When used well, Orbit's features can generate different benefits for management.

Centralization of information

KPIs, goals, owners, processes, and analyses stay organized in the same environment.

Traceability

The company can identify the origin of the KPI and its relationship with strategy, the process, the role, or quality control.

Clear accountability

Each KPI can have owners for data entry and tracking.

Performance visibility

Managers and teams can quickly identify results inside and outside the goal.

Support for decision-making

Charts, dashboards, analyses, and histories offer context for more structured decisions.

Treatment of deviations

Negative results can originate problems, nonconformities, cause analyses, and action plans.

Cascading of goals

Corporate objectives can be distributed among people or teams.

Protection of information

Visibility rules let you control who accesses each KPI.

Evolution of the management system

History helps the organization learn from prior results, decisions, and actions.

Conclusion

Orbit's features help companies turn goals, processes, responsibilities, and results into an integrated management structure.

The platform lets you create KPIs linked to strategy, processes, quality controls, roles, and employees. It also offers resources to define goals, distribute responsibilities, control access, record data, view charts, open problems, generate analyses, and create custom dashboards.

However, the main value is not only in the number of features available.

The result depends on how the company structures its KPIs.

Useful KPIs need to be related to real objectives, have owners, present clear rules, and generate decisions.

When that happens, Orbit stops being only a place to record numbers and starts supporting the complete management cycle: plan, execute, measure, analyze, correct, and improve.

To start, review your company's most important objectives and identify which KPIs managers really need to track every month. Then connect those KPIs to the processes and to the people responsible for the results.

This structure creates a clearer view of the organization and offers better conditions to turn data into action.

Which KPIs does your company need to track to make better decisions? Explore Orbit's features and discover how to structure goals, processes, owners, and analyses in a single environment.

Frequently asked questions about Orbit's features

Does Orbit update all KPIs automatically?

Not necessarily. KPIs can be filled in manually or receive data through integrations, according to configuration and technical availability.

Is it possible to create strategic KPIs in Orbit?

Yes. The KPI can be created from objectives registered in strategic planning.

Does Orbit let you create process KPIs?

Yes. KPIs can be linked to processes to monitor whether they are fulfilling their objectives.

Is it possible to associate KPIs with employees?

Yes. KPIs can be related to roles and employees, according to the structure defined by the company.

Does the system let you distribute goals among people?

Yes. An overall goal can be allocated among different employees.

Is it possible to restrict the viewing of KPIs?

Yes. The user can configure visibility rules and limit access to specific people.

Does Orbit have cumulative goals?

Yes. The platform lets you work with fixed goals, goals by period, and cumulative goals.

Is it possible to import data from spreadsheets?

Historical data can be entered into the platform, including by copying from Excel.

Does Orbit create charts?

Yes. Data can be viewed in charts, making it easier to compare goals, results, and periods.

Is it possible to analyze several KPIs at the same time?

Yes. Dashboards can bring together different KPIs and allow a consolidated analysis.

Does Orbit help analyze causes of negative results?

The platform has assisted-analysis resources that can support the evaluation of deviations, causes, and possible actions.

Is it possible to integrate Orbit with other systems?

The platform allows integrations by API, according to the technical possibilities and configurations required.

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